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Cristãos e não cristãos: cooperação para o bem comum em 2026

O documento Dignitatis Humanae recorda que todos, crentes e não crentes, devem contribuir para a reta construção do mundo. Essa visão é chave para a evangelização de 2026. O Plano Arquidiocesano de Fortaleza propôs que iluminar é olhar a realidade com os olhos da fé e que acompanhar é permanecer fiel cultivando a comunhão. Essa mesma lógica vale para a cooperação com a sociedade.

Cristo revela que o esforço por estabelecer a fraternidade universal não é vão. A expectativa da nova terra não enfraquece, mas ativa a solicitude. Em 2026 o discípulo missionário será aquele que responde à dor e ao mal com serviço concreto.

A paridade de direitos entre homens e mulheres, migrantes e pobres interpela a consciência dos agentes. A Igreja proclama liberdade efetiva para edificar o templo de Deus neste mundo. O site Caminhos da Pastoral continuará esta série oferecendo estudo assíduo e métodos práticos para imprimir a lei divina na vida econômica e social.

Exemplo pastoral: no ECC e nas assessorias paroquiais, muitos leigos descobriram que a piedade popular é lugar de personalização da fé. Essa descoberta pode harmonizar conceitos falaciosos que afastam massas da religião.

Os profetas denunciaram negligências; hoje urge renovar a mentalidade. Cada pastoral e movimento deve ter em conta as necessidades dos outros grupos. A cooperação da Igreja com universidades e imprensa ajudará prever transformações cuidadosas.

A Igreja local nada deseja mais ardentemente do que servir a dignidade e o destino do homem. Métodos de consenso e calendário coordenado com o Conselho Diocesano evitarão discriminações cegas.

A mensagem cristã respeita os talentos humanos e rejeita toda servidão que nasce do pecado. Em 2026 a caridade fraterna dos fiéis será viático para o caminho da peregrinação sinodal.

Por fim, Cristo ressuscitou destruindo a morte com a própria morte e deu-nos a vida. Eis a razão por que o Vaticano II permanece chamado contínuo. O site Caminhos da Pastoral seguirá recapitulando estas luzes em sequência aos artigos anteriores e continuará com novos textos e roteiros.

Pergunta para reflexão e aprofundamento:
Como viver a cooperação entre Igreja e mundo em 2026 sem relativismo, mas com compromisso com a verdade e o amor?

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